Responsabilidade na parte que nos cabe na construção do progresso do Brasil, independentemente de cor, credo, profissão e posicionamento político.
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

BOLSA FAMÍLIA e SOCIEDADE


Toda essa história de boato sobre o fim do benefício comprova o que todos já sabiam: A esmola será eterna, pois nenhum político irá arcar com o custo político de eliminar tal benefício. Ao contrário, evidente que será mais e mais... Ampliado!
É muito embuste e demagogia!



 

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Bolsa Farelo, digo, Bolsa Família não é resposta à pobreza urbana no Brasil, diz 'Economist'


O texto abaixo foi extraído do blog Resistência Democrática:

Bolsa Família não é resposta à pobreza urbana no Brasil, diz 'Economist'

Para revista, programa não teve sucesso em diminuir trabalho infantil

A revista britânica The Economist traz em sua edição desta semana um longo artigo sobre o Bolsa Família onde afirma que, apesar da grande contribuição do programa para a redução dos índices de pobreza do Brasil, ele parece não funcionar tão bem no combate à pobreza nas grandes cidades.

De acordo com a revista – que cita dados da Fundação Getúlio Vargas – cerca de um sexto da redução da pobreza no país nos últimos anos pode ser atribuído ao Bolsa Família, “mas algumas evidências sugerem que o programa não está funcionando tão bem nas cidades como nas áreas rurais”.

“O sucesso do Brasil em reduzir a pobreza parece ser maior nas áreas rurais que nas urbanas”, diz o artigo, que cita dados das Nações Unidas que indicam que houve uma redução de 15 pontos percentuais no número de pobres na população rural entre 2003 e 2008, enquanto nas cidades essa diminuição foi muito menor.

Segundo a publicação um dos principais fatores que levam a esta situação é o fato de o Bolsa Família ter substituído, a partir de 2003, uma série de outros benefícios que somados, poderiam representar ganhos maiores para estas famílias das cidades que o montante concedido atualmente.

A revista comenta que o Bolsa Família acabou eliminando programas como o de combate a subnutrição infantil, os subsídios que eram dados à compra de gás de cozinha e o programa de ajuda a jovens entre 15 e 16 anos.

“Embora seja difícil provar pela falta de dados oficiais, evidências sugerem que a quantia (atual) pode valer menos que os antigos benefícios”, diz a revista.

Outro problema citado pela Economist é o fato de o programa ter tido pouco sucesso em reduzir o trabalho infantil.

Segundo a publicação, crianças das cidades podem ganhar mais dinheiro “vendendo bugigangas ou trabalhando como empregados” do que ficando na escola para receber os benefícios.

Embora afirme que estes fatores não signifiquem que o Bolsa Família seja “desperdício de dinheiro” nas áreas urbanas, o artigo diz, no entanto, que o programa não é a solução “mágica” como tem sido tratado no Brasil e em outros países.

The Economist, 30 de julho, 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

POLÍTICA DE ÓDIO E INCOERÊNCIAS

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse em Natal que a "oposição", em época de eleição, quer ser cordeiro em pele de lobo. Acusou, também, a oposição de fazer uma política de ódio com os países vizinhos.
Ora, não que eu seja fã da oposição, mas o vídeo abaixo fala por si. Não vejo como discordar da afirmação oposicionista no que se refere ao quesito política externa do governo petista.
Deixemos os fatos falarem por si:


Dilma Rousseff pertenceu a uma organização terrorista-homicida: a Vanguarda Popular Revolucionária.
Não consegue mater a mínima coerência nas suas declarações, parece uma "metamorfose amulante e oportuna" - bem coisa de candidato demagogo a cargo eletivo.
E, mais grave, é saber que a candidata petista, assim como seu mentor Lula, defende os regimes políticos praticados em Venezuela e Cuba, por exemplo, como ideiais para o Brasil.
Evidente despreparo, externado por meio de arrogância, agressividade, ameaças e truculência - sempre.

Pai, afasta de mim este CARMA!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Lulla-Chávez, porque no te callas?


Lula dá mostras de que pretende ser como Chávez, um tirano que, historicamente, defende o poder conquistado pela manipulação do povo – lá, pelo apoio militar, enquanto cá, pela incessante luta a transformar o Brasil em uma imensa favela dependente dos “cumpanheros” (SIC), privilegiados por um pseudo-líder despreparado, arrogante e prepotente – como se legítimo fosse e infindável devesse ser.

Lamento que os beneficiados pelas fornidas Bolsas assistencialistas não percebam do que essa gente é capaz para se perpetuar no poder, o que eles representam.

Mais grave, penso, o “Bolsa Ditadura”, cujos beneficiados têm a exata noção do que importa este círculo vicioso.

Lula, que chega a defender abertamente os regimes de Fidel, Chávez e Morales como ideais para nosso país, usa a massa de ignorantes para manter vivo este regime autoritário e incoerente do PT, chamando-o de “democrático”.

Como bem diz o jurista Ives Gandra em uma de suas obras, o despreparado vê, no exercício do poder, uma conquista pessoal que lhe dá todos os direitos. Não gosta que lhe lancem no rosto o seu despreparo. Assim, quando isto ocorre, sua reação é quase sempre truculenta. É que, nas poucas oportunidades em que procura fazer uma auto-análise – alguns a fazem – percebe que, efetivamente, sua ignorância é enciclopédica.

Até quando a Justiça - um dos pilares da Democracia - permitirá que Lula teste os limites da lei? E até quando nós, o povo, vamos aceitar as alianças com países como Irã, Cuba, Venezuela...?

Quero Ordem e Progresso!

terça-feira, 16 de março de 2010

Militares e Democracia

Artigo escrito pelo deputado Jair Bolsonaro e publicado na coluna "conexão", do jornal O Dia, hoje.


Esquerda tenta, pelo voto, impor o que não conseguiu pelar armas

Rio - Fidel Castro foi o grande financiador da luta armada no Brasil para derrubar o regime militar e implantar aqui a ditadura do proletariado. Somente os tolos ou os que hoje recebem milionárias pensões acreditam que estes lutavam por democracia em nosso País.


O PNDH-3, no qual pretendem, entre outras medidas, controlar a mídia, abolir símbolos religiosos, rever a lei de anistia e ferir de morte a propriedade privada são a prova inconteste da verdadeira intenção da esquerda. Após a Lei da Anistia, os que retornaram de férias curtidas em países comunistas aqui passaram a se declarar, não como bandidos e traidores da pátria, o que seria o certo, mas como perseguidos políticos.

Como vítimas, foram atrás de indenizações milionárias cuja conta no atual governo chegou a R$ 3,5 bilhões. Hoje, aprendendo a lição da esquerda, para fugir de condenações, qualquer marginal sempre alega em juízo que tudo o que havia declarado por ocasião de sua prisão foi mediante tortura, a palavra da moda entre criminosos.


A Igreja Católica, toda a imprensa, os empresários, os ruralistas e as mulheres em passeatas pediram, e os militares, como sempre, ao lado do povo, assumiram, com a ajuda de civis, o governo em 1964 (as bibliotecas estão aí para serem visitadas). Não se tem conhecimento na História de um governo ditatorial permitir aos vencidos a volta ao poder pela via pacífica. Os militares permitiram.


A mesma esquerda de ontem, hoje no poder, mais uma vez mostra sua intenção de nos querer impor, pelo voto dos pobres e ignorantes cooptados por programas assistencialistas, formas de governos nos moldes praticados pela Venezuela e Cuba. Pelas armas não conseguiram; pelo voto, depende de cada um de nós evitar.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

BOLSA "ELEIÇÃO"

O paliativo Programa Bolsa Família foi criado para apoiar as famílias mais pobres e garantir a elas o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde. Supostamente, visa a inclusão social dessa faixa da população brasileira, por meio da transferência de renda e da garantia de acesso a serviços essenciais. Pelo que extraímos do site da CEF, em todo o Brasil, mais de 11 milhões de famílias são atendidas pelo programa.
Programas incorporados ao Bolsa Família:
· Bolsa Escola;
· Cartão Alimentação;
· Auxilio Gás;
· Bolsa Alimentação.
Ocorre que, ontem, os jornais noticiaram que o Programa se mostrou uma verdadeira farsa, uma aberração, como esperado.
O Tribunal de Contas da União divulgou uma auditoria em que revela diversas irregularidades. Descobriu, por exemplo, que políticos eleitos, suplentes e até mesmo pessoas já mortas recebem o benefício.
Aponta, ainda, "falhas na segurança da informação", o que facilita o vazamento de dados confidenciais das famílias participantes do programa.
Famílias cuja renda excede o limite que dá direito ao benefício recebem o dinheiro do Bolsa Família. O relatório aponta também casos de inconsistências relacionadas à identificação do responsável legal pela família e ao cálculo do valor dos benefícios pagos.
Penso que o pior de tudo é o fato de o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome negar haver irregularidades nos cadastros das famílias com renda per capita superior a meio salário mínimo.
O jornal O Globo informou que a auditoria do TCU, aprovada ontem, indica o pagamento de 110.697 benefícios a mortos (3.791), políticos (577), donos de carros, caminhões, tratores ou motos importadas (106.329). Ainda de acordo com o relatório, 1,1 milhão de benefíciarios tem renda acima do permitido.
O que causa grande espanto é o fato de existirem indícios verossímeis e incontestes de crimes, sempre presentes, circulando na mídia de maneira tão explícita, tão escancarada, e não constatarmos que uma única pessoa esteja sendo processada ou punida.
E mais. Apesar de toda a informação, comprovada por documentos e relatada pelo TCU, e apesar de todos os escândalos de corrupção envolvendo a máquina pública, ainda tem gente que defende com unhas e dentes essa baderna.
Temos que ter um mínimo de senso crítico para que programas como o "bolsa farelo" não sirvam, somente, para garantir a perpetuação no poder de quem está no comando da Administração.
O Executivo não se mostra responsável e, pior, tem o aval do desacreditado Legislativo e do ineficiente Judiciário. Nem o Ministério Público deu jeito nessa situação.
Nos resta ter esperança na imprensa e torcer para que a população aprenda a votar.

IMPORTANTE

Senhor Jornalista, a imprensa deve atribuir responsabilidades às autoridades. Caso contrário, será apenas uma omissa medíocre exercendo a função de relações públicas daqueles que afundam o país. Pense nisso!