Responsabilidade na parte que nos cabe na construção do progresso do Brasil, independentemente de cor, credo, profissão e posicionamento político.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Uma vez P.E... Sempre P.E.!

Este mês, tive a honra de participar da passagem de Comando da 1ª Companhia de Polícia do Exército, cujo comandante substituto é um grande profissional e amigo.
No evento, encontrei diversos amigos que já não via há anos, o que foi muito bacana. O destaque ficou por conta dos cães e das motocicletas, marcas registradas da P.E., sem falar no coquetel de confraternização.

Comandar esta Companhia é uma nobre missão, Maltez. Boa sorte nesta nova etapa e sucesso!



Para quem não conhece, segue a oração do P.E.:

Senhor!
Vós que abrigais o PE na nobre missão de orientar o responsável, de corrigir o irresponsável, de prender o incorrigível.
Vós que mostrais os vocábulos do padrão PE da honra, da lealdade, da disciplina e do exemplo;
Dai-nos a força e a coragem para manter o cumprimento da ordem, patrulhar o pessoal, controlar o trânsito, assegurar a autoridade, a atenção para pilotar e conduzir a escolta com precisão, a resistência para conter a turba, o conhecimento para ensinar o cão de guerra, a arte de combater.
Obrigado Senhor Deus, pois o orgulho de ostentar o braçal PE se mantem forte ao exaltarmos:
Uma vez PE,
Sempre PE!
BRASIL!


segunda-feira, 6 de abril de 2009

PEC 12 - Devo não nego, pago quando puder


A aprovação pelo Senado da Proposta de Emenda à Constituição nº 12, mais conhecida como a "PEC do Calote", demonstrou para a sociedade brasileira que o Legislativo, além de desacreditado perante à sociedade, passou a patrocinar o maior rombo nos credores públicos como jamais se viu nesse país.
O Legislativo, penso, invade competência exclusiva do Judiciário ao criar um percentual para cumprimento de decisão judicial. Agindo dessa maneira, demonstra vontade explícita de tornar-se avalista do calote, permitindo ao Executivo agir de maneira autoritária, se aproveitando, mais do que de costume, dos credores.
Trata-se de mais uma afronta à democracia, uma vez que o Judiciário se tornará refém daquelas medidas. O leilão para os precatórios, além de afrontar sentenças judiciais, permitirá que Estados e municípios se aproveitem das eventuais dificuldades do credor, que acabará vendendo seus créditos por valor inferior ao que tem direito.
A OAB está atenta e articula em Brasília para que a questão tome um rumo diferente na Câmara. O presidente Britto entende que "com o Executivo agindo livremente no caso dos precatórios, sem que Judiciário possa reagir, vamos acabar num absolutismo a toda prova".
O desequilíbrio entre os três poderes fica mais acentuado a cada dia. É poder demais nas mãos do governo.

IMPORTANTE

Senhor Jornalista, a imprensa deve atribuir responsabilidades às autoridades. Caso contrário, será apenas uma omissa medíocre exercendo a função de relações públicas daqueles que afundam o país. Pense nisso!