Responsabilidade na parte que nos cabe na construção do progresso do Brasil, independentemente de cor, credo, profissão, posicionamento político ou religioso. Opine, mas ataque ideias, não as pessoas.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
COTA RACIAL PARA PROMOÇÃO NAS FORÇAS ARMADAS
domingo, 24 de junho de 2012
Força Militar: Pente fino nos docentes, por MARCO AURELIO REIS
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
CAXIAS, O PACIFICADOR
| Apresentação da Brigada Paraquedista |
| Verás que um filho teu não foge a luta |
“Sigam-me os que forem brasileiros” é a célebre frase do Soldado Brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, na guerra do Paraguai.
| Medalha do Pacificador - Condecoração destinada aos que prestaram relevantes serviços ao Exército. Parabéns aos que fizeram por merecê-la! |
| Desfile da tropa na Vila Militar, por ocasião do Dia do Soldado |
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
50 ANOS DO MONUMENTO AOS PRACINHAS
sexta-feira, 23 de julho de 2010
AGIU COMO ALGUNS POLÍTICOS E PERDEU POSTO E PATENTE POR APROPRIAÇÃO INDÉBITA
quinta-feira, 24 de junho de 2010
CCJ do Senado aprova indicados para ministros
Graduado em Ciências Militares e Administração, Fernando Galvão tem mestrado, doutorado e pós-doutorado em Ciências Militares. Entre as atividades profissionais exercidas, destacam-se a de instrutor do Colégio Militar do Rio de Janeiro e da Academia Militar das Agulhas Negras, subcomandante do 6º Regimento da Cavalaria Blindada e chefe do Serviço de Pessoal da Diretoria Administrativa do Gabinete Militar da presidência da República. Durante sua sabatina na CCJ, Fernando Galvão elogiou o Exército, destacando que a Força "estende a mão amiga a quem precisa".quarta-feira, 12 de maio de 2010
Justiça Federal aplica a Lei da Anistia
http://migre.me/Ec4t
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ditadura Civil (quebra de sigilo fiscal?)
Se verídico, muito grave!
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Estou no aguardo de novas informações.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Restituição de recolhimento irregular do Fusex: Atenção para o prazo prescricional!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Parabéns EXÉRCITO BRASILEIRO, pelo seu dia! BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA
quarta-feira, 24 de março de 2010
Notícia ruim para a milicada, em que pese a controvérsia
quinta-feira, 11 de março de 2010
Equiparação entre militares das FFAA e PMDF não é possível
Porque os petralhas não vão para Cuba que os pariu?
Lula defende a tal da comissão da “verdade”, assim como a comissão da “anistia”, que são uma fraude. Tudo que é terrorista, sequestrador, torturador, assaltante, estuprador, assassino e guerrilheiro, portanto, CRIMINOSOS, tiveram sorte diferente no país. Hoje, os esquerdistas estão com os bolsos cheios de dinheiro por conta das indenizações milionárias recebidas pelo BOLSA TERRORISMO. Chegam a ocupar, lamentavelmente, cargos importantes no governo, ameaçando a tudo e a todos que os contrarie, inclusive a imprensa. Tentam nos enfiar goela abaixo, por exemplo, o totalmente inconstitucional e despótico PNDH.
O "cara" defende a "justiça" cubana!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Evasão das Forças Armadas

Já faz algum tempo que ouço amigos reclamarem da situação salarial na Força Verde-Oliva (mesma dos "azuis" e dos "cinzas").
Percebo que muitos estão frequentando uma faculdade e cursinhos preparatórios para tentar outra carreira no futuro, além de tentarem uma das vagas oferecidas em concursos públicos. As principais carreiras procuradas estão na Polícia Federal, na Receita e, até, no INSS.
Outros, apenas esperam "passar o tempo" até que possam pedir reserva para, a partir daí, tentar outra fonte de renda. O pessoal está muito desmotivado.
Vejo militares que são bacharéis em direito, por exemplo, que exercem a advocacia na "clandestinidade", em clara afronta aos estatutos da advocacia e dos militares, que vedam tal prática. Preferem correr o risco.
Da mesma forma, tenho notícias de alguns que cursaram a Escola de Educação Física (EsEFEx), referência mundial no assunto, mas que priorizam o público externo à Caserna porque paga melhor.
Na prática, lamentavelmente, chego à conclusão que, para muitos, a briosa carreira profissional se transformou em bico, fazendo com que a qualidade, o vínculo e o comprometimento se dêem pelo necessário vínculo de estabilidade.
A questão dos reajustes nos vencimentos, toda vez que se discute em Brasília, é uma tormenta. Tudo, sempre, é muito difícil. Empaca no Planejamento, na Fazenda, na Defesa... Por qual razão? Não percebemos outras classes terem tanta dificuldade para efetivar suas recomposições salariais, nem aumentos. Basta analisarmos a própria classe política, por exemplo.
O general Heleno, mais uma vez, está coberto de razão. Os dados apontados somente confirmam as informações de que a evasão aumenta ano a ano. É um problema que envolve, acima de tudo, a soberania nacional.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Os Militares e a Democracia, por Reinaldo Azevedo
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Leitores me perguntam como foi a palestra de ontem no Comando Militar do Sudeste. Excelente! No dia 7 deste mês, falei no Clube Militar, no Rio. Encontro igualmente agradável. Não chego a dizer que é “impressionante” a formação intelectual dos oficiais — inclusive a dos jovens — porque isso faria supor que eu esperasse coisa diferente, tendo sido surpreendido. E não esperava. Estão mais bem-informados, e pensam segundo modelos de precisão freqüentemente mais atilados, do que muitas categorias profissionais das quais se deveria cobrar especial apuro intelectual — jornalistas, por exemplo. Minha palestra desta quarta encerrou o “III Estágio de Comunicação Social — Exército na Sociedade: Conhecer, Integrar, Comunicar”. É a segunda vez que sou convidado para o evento.
A petralhada chiou pra chuchu. “Aí, hein?, está querendo dar golpe!”.Os mediocremente informados procuraram me associar a Carlos Lacerda. Vocês imaginam o rol de bobagens de que essa gente é capaz. Pois é… Nas duas vezes — ou três, se eu levar em conta o convite do ano passado —, falei em defesa das instituições democráticas e da Constituição. Dos militares, em suas intervenções nos debates, só ouvi palavras de defesa da Carta que rege o país. E nem poderia ser diferente.
Se existe alguma tentação golpista no Brasil, ela não veste uniforme. Se existem pessoas que hoje desrespeitam abertamente as leis que nos regem, elas não estão nos quartéis. Na América Latina — e também por aqui, ainda que de modo um tanto mitigado —, as tentações autoritárias partem daqueles que pretendem que as urnas abram caminho para uma espécie de absolutismo do voto. Querem alguns que, porque eleitos, podem fazer da Constituição e das leis o que bem entendem. E eu existo, entre outras razões, para dizer: “NÃO PODEM!!!”
Sinto-me honrado com tais convites. E participarei quantas vezes me convidarem. O Exército entende hoje em dia a imprensa com muito mais clareza e propriedade do que a imprensa entende o Exército. Ademais, vale a minha frase que deixa alguns irritadinhos: as Forças Armadas são a democracia de farda. E são, como em todas as democracias, as garantidoras últimas do regime de liberdades. Os absolutistas das urnas não gostam de pensar que algo possa ser superior à sua vontade — as leis, por exemplo. Mas elas são.
É sobre isso que falo nessas palestras.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
SOLDADO MACONHEIRO
A ministra ressaltou que a pequena quantidade de droga apreendida não descaracteriza o crime de posse de substância entorpecente. O crime tem conexão militar em virtude do local onde a droga foi descoberta. O pedido de habeas corpus já havia sido rejeitado pelo Superior Tribunal Militar (STM), para quem a conduta do ex-soldado representava "perigo presumido, além de ofensiva à hierarquia e à disciplina militares".
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
GENERAL FIGUEIREDO - Opinião do Clube Militar sobre decisões do governo Lula (REEQUIPAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS)
Muito tenho criticado decisões tomadas no âmbito do governo Lula. Aquelas que julgo equivocadas ou, às vezes, demagógicas. Críticas também tenho feito, quando alguém bem posicionado no governo participa de atos suspeitos de corrupção; de mentiras, tentando encobrir esses atos; de iniciativas voltadas à defesa dos crimes praticados por movimentos ditos sociais; de reverências a velhos ditadores ou a governos em marcha batida para o totalitarismo.
Por outro lado, já defendi o Presidente em algumas de suas atitudes no governo. A defesa da moeda, com certeza, foi uma delas. Imagino como terá sido difícil resistir, dentro do seu partido. Imagino como terá sido complicado explicar a escolha de um banqueiro internacional para presidir o Banco Central. Imagino as pressões que terá recebido dos "companheiros" para abandonar os rumos da política econômica, avessa a tudo que sempre pregou o PT, mas que demonstrou ser eficaz para manter os índices de inflação brasileiros dentro de níveis civilizados.
Agora, vemos Lula tomar outra decisão responsável. Refiro-me à opção pelo reequipamento das Forças Armadas, tornada evidente com a assinatura, com a França, do acordo de cooperação na área de defesa. Novamente deve ter sido obrigado a vencer pressões de "companheiros". Afinal, uma medida populista qualquer, tão ao gosto de políticos de visão curta, tem potencial infinitamente maior de render votos na próxima eleição.
O acordo com a França produziu um efeito positivo direto – o de criar uma expectativa de reaparelhamento das Forças Armadas, dotando-as de uma capacidade de combate compatível com o status de potência média do qual já deveríamos estar investidos; um poder dissuasório à altura do patrimônio que temos de resguardar; um respeito internacional, capaz de respaldar as negociações políticas e econômicas que um país mais desenvolvido estará,
obrigatoriamente, envolvido; uma perspectiva de desenvolvimento tecnológico, a partir dos tratados de transferência de tecnologia.
Um efeito secundário, porém, da mesma forma foi obtido e não pode de nenhuma maneira ser desprezado. Trata-se da inclusão do tema defesa na pauta dos assuntos discutidos pela sociedade brasileira.
Uma conclusão fica evidente, após essa decisão responsável do Presidente da República – Lula, quando consegue se desvencilhar de seus impulsos populistas, vai melhor ao seguir seu instinto político do que quando é assessorado por seus auxiliares, quase todos impregnados de um esquerdismo retrógrado. Um esquerdismo que foi soterrado junto com a queda do Muro de Berlim. Fato que essa gente teima em não querer perceber.
Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO
Presidente do Clube Militar
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A IDEAL COEXISTÊNCIA ENTRE A JUSTIÇA E A PECULIAR VIDA MILITAR

afronta à dignidade do soldado e, como tal, contestada em nome da Constituição; uma mera advertência, por motivo de desalinho ou má conduta, dará lugar a pendengas judiciais intermináveis, e com elas, a inexorável derrocada da hierarquia e da disciplina.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Condições de acesso dos militares à justiça

O artigo diz que o militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ao Judiciário, desde que esgotados todos os recursos administrativos e desde que tenha comunicado, antecipadamente, sobre a ação à autoridade a qual estiver subordinado.
Para a PGR, essa limitação leva os militares das Forças Armadas a sofrerem sanções disciplinares antes de exercerem o seu direito fundamental de recorrerem ao Judiciário. Alega, ainda, que a determinação de aviso prévio ao superior hierárquico inibe o militar de recorrer à Justiça, pelo medo de sofrer represálias ou perseguições.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA
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Depoimento de um cidadão isento das distorções cometidas nos gabinetes refrigerados de Brasília no trato das questões das reservas indígenas, da política indigenista e da ausência do poder público nos confins da Amazônia!!!

A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA, por DRAUZIO VARELLA
Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado.
O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.No microfone, a palavra de ordem do capitão: 'Soldado Souza, etnia tucano'.Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira: "SELVA !!"
O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: "SELVA !!!"
Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.
Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.
Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.
A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel.
De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: 'O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena'.
Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: 'Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB'.Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário.Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário.
No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica, administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.
Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.
Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria? "SELVA !!!"
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Lema do soldado da Amazônia:
"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e daí-nos também senhor a esperança e a certeza do retorno, mas , se, defendendo essa brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!"









